pizza na frigideira

essa receitinha tem feito tanto sucesso aqui em casa e lá no instagram, aonde eu já postei todos os truques, que decidi vestir ela pra festa e deixar ela registrada por aqui também! o que ela tem de mais incrível é a super praticidade de fazer bem rapidinho, sem esperar a massa descansar e tudo mais e a versatilidade né? afinal, se você vai fazer em porções individuais cada um pode se deliciar escolher o que colocar por cima. 

na verdade, já viajei na ideia de colocar o grill no meio da mesa, espalhar ingredientes e fazer uma noite de pizza diferente e deliciosa! e é isso, ela não vai no forno! você vai fazer em uma frigideira, grill, mas não no forno. e vai por mim, seguindo as dicas, nenhuma noite de pizza será mais a mesma.

então é assim: para cada 1 xícara de farinha de trigo você vai adicionar 1/2 xícara de água morna, 1 colher de azeite e sal à gosto. misture bem até formar uma massa bem homogênea. deixe descansar por uns 20 minutinhos. enquanto isso, você vai cortando os ingredientes, preparando um molho de tomate gostosinho (eu curto muito esse aqui ó). depois desse tempo, você vai dividir a massa em bolinhas menores, geralmente para essa proporção consigo fazer 4 a 5 bolinhas. aí é só abrir a massa bem fininha e jogar ela numa frigideira bem quente, mas em fogo médio. quando começar a formar bolhas na massa, você vai virar, diminuir o fogo, colocar o molho, queijo e o que mais você quiser e abafar com uma tampa.

coma ela bem quentinha, e se apaixone pelo crec que a massa faz na primeira mordida.

ps: essa massa fica perfeita para ser comida na hora, mas fica super dura se for requentada, então não indico muito não!

 

México sem igual: cozinha poblana

O México é,  sem duvida, um país extremamente rico culturalmente falando. Se partimos para a gastronomia mexicana, então,  falamos de uma riqueza impressionante, porém residindo no simples. E olha que eu nem estou falando daquela combinação de nachos + sour cream que a gente aprendeu a gostar com os americanos.  O país se tornou um destino muito procurado pelos foodies, sobretudo a região de Puebla, influenciada diretamente pelos indígenas, espanhóis e árabes, resultando numa cozinha de muita personalidade e sabores marcantes.

 

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O grande ícone da culinária desse estado mexicano, indiscutivelmente, é o Mole Poblano, molho geralmente servido sobre carne de frango ou peru. Criada por freiras no período colonial, nos idos de 1680, a iguaria atualmente tem diversas formas de preparo, a receita desse molho chega a ser intimidante aos olhos dos cozinheiros de primeira viagem, pois reza a lenda que um mole pode levar algumas dezenas de ingredientes, quiçá uma centena, sobressaindo-se notadamente o chocolate e a pimenta. O resultado, no mínimo, é um intrigante molho, de perfume inconfundível.

 

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As comidas de rua fazem os olhos de qualquer um brilharem: Cemitas, Chalupas, Tacos Arabes, Chicharrón, frutas frescas… Tudo apimentado. Sim, inclusive as frutas, que podem vir acompanhadas de uma espécie de pozinho de pimenta para ser polvilhado por cima de mamões, melancias, abacaxis… Ainda temos os helados, batidos ali no braço, na nossa frente, vendidos por um mísero peso. Puebla ainda é conhecida pelos seus doces, tendo uma rua totalmente dedicada a eles, a Calle de los dulces. Por fim, as cervejas artesanais da Cervecería 5 de mayo – Saga e Osadía –, que estão ganhando o mundo, feitas com a água pura da região de Atlixco, nos arredores de Puebla.

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Simplicidade e paixão são as duas palavras que me remetem à cozinha mexicana, sobretudo a poblana, mas se eu tivesse que escolher só uma,  eu diria inigualável.

Em tempo: para uma viagem a Puebla sem sair da cadeira, dois instas: @soypoblanablog e @igerspuebla

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Rapha Aretakis é travel writer e criadora do Raphanomundo. Recifense, acredita que o mundo é muito grande para continuar parada no mesmo lugar. Hoje vive em Curitiba após temporadas em Stuttgart, Berlim e São Paulo.



barbecue de whisky apimentado

se vc tá na fase viciado em hamburguer, ou até mesmo, ama preparar uma costela em casa, com certeza fica em busca de um bom barbecue para acompanhar as suas carnes. o rafa mesmo passou um tempo tão viciado que comia com quase tudo! mas aí você pensa, poxa, será que fazer em casa é tão complicado assim? não, é mais fácil e gostoso do que você pensa. 

antes de você começar a misturar tudo, devo informar que é viciante, então tente não comer puro :-) além disso, tá aí um ótimo presente! bora reutilizar os potinhos de vidro que sei que você tem guardado por aí, fazer uma embalagem fofinha e sair distribuindo por aí!

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bora pra cozinha? não se assuste com a quantidade de ingredientes, são todos fáceis de achar e o trabalho é quase nulo!

em uma panela (fora do fogo) você vai misturar: 1/3 de xícara de catchup, 3/4 de xícara de whisky, 1/2 xícara de molho de tomate, 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, 1/4 xícara de vinagre de vinho branco, 3 colheres de sopa de molho inglês, 1 colher de sopa de alho em flocos2 colheres de sopa de mostarda, 2 colheres de sopa de mel, 1 colher de sopa de páprica em pó e 1 colher de sopa de pimenta chippotle. misture bem e leve ao fogo bem baixinho e mexendo de vez em quando até o molho engrossar. por aqui, depois de provar, colocamos um pouco mais de pimenta, mas é uma questão de gosto.

caso seu molho tenha ficado ácido demais, tente acertar com um pouco mais de açúcar ou mel.

aqui em casa, usamos até 1 semana depois de ter feito e ainda estava perfeito e até mais gostoso, já que os gostos ficaram mais intensos, por isso, nosso conselho é tentar fazer pelo menos 2 dias antes de servir.

ps: se você, assim como eu, não ingere alcóol, relaxa, ele evapora todinho durante o cozimento e fica só o toque amadeirado.

ps2: para a pimenta chippotle, eu uso muito a tabasco que é super fácil de achar nos mercados e curto muito também as da DeCabrón que tem algumas opções muito, muito gostosas. (e ó, as indicações não são jabá :-P)